Thursday, July 27, 2017

In equilibrium

Weak, transient effect: This morning you are in touch with your feelings to an unusual extent and are more able to express them to others. You probably lack the psychological tension that usually drives people to talk about their feelings, but you can listen most sympathetically to other people's problems now. The insight into your own feelings and the psychological equilibrium that you have now may enable you to offer effective help to others. This influence also signifies a state of balance between your feelings and your rational intellect. That is, you are able to think with great emotional sensitivity but still remain logical in your thought processes. Communications with women will be easy and quite favorable at this time, regardless of your own sex. And encounters with women may be quite informative in a positive way.

Sunday, July 16, 2017

Guia prático para "pronunciar" bem inglês

O Guia de Pronúncia abaixo está incompleto. Em 2007, o linguista brasileiro Fábio Braga de Alencar sistematizou todos os sons da Fonologia Inglesa e provou em tese e em livro que se deve apenas memorizar os sons de 1.000 regras em vez de 1.000.000 e palavras. Lançou o livro Guia da Pronúncia Inglesa ( editora Amazon ) e vendeu mais de 100 mil exemplares.

As regras são os sons de 26 letras, conforme o alfabeto e conforme suas situações fono-ortográficas e os Grupos.

Você já imaginou um livro contendo todas as REGRAS DA PRONÙNCIA DO INGLÊS para você nunca mais precisar recorrer ao Dicionário?  Pois saiba que esse livro já existe, e foi publicado no Brasil no ano de 2007.  O Guia da Pronúncia Inglesa - O Único, adaptado ao inglês falado nos Estados Unidos, funciona perfeitamente como um autêntico Dicionário Fonológico da Língua Inglesa porque fornece todos os fonemas rigorosamente organizados em ordem alfabética. Sob diversos títulos, você acha a obra somente no site Amazon e por um preço que você pode pagar. Vale a pena! 

Faça como milhares de brasileiros usuários do inglês, adquira agora o seu exemplar e dê adeus para sempre ao fantasma de não acertar os sons de um milhão de palavras em inglês. O autor provou em tese e em livro que em menos de 6 meses você obterá o sucesso esperado ao falar praticamente 100% do vocabulário inglês, sem chatear ninguém para saber como se fala aquela palavra; sem se cansar de ir ao dicionário comum, naquele folheamento de página infindável. 

Se for aluno de inglês, faça como seus colegas do Brasil inteiro que já possuem a obra, mas tem um porém: nada de fazer pegadinha com o professor; pois se ele não tiver este livro, certamente, pode cometer o equívoco de não saber pronunciar certo palavras no nível de SQUASH, INDICT, ANABASIS, TRACHEAE, CONTIGUITY, EXTEMPORANEITY, SCHISTOSOMIASIS e SOBRIETY. 

Veja que maravilha: As pessoas que já compraram este livro com todas as regras de fonemas ingleses sabem na ponta da língua pronunciar as palavras que citamos, e que, muitas delas, se originam do latim, e são 75% do dicionário. Pense numa coisa: não era burrice ter de abrir dicionário para pegar os sons de 750 mil palavras greco-latinas, cujos significados vinham de graça, por constarem no nosso dicionário de português, com algumas modificações de ortografia?... Não era burrice, não. Sem as ferramentas para se memorizar a fonologia completa do vocabulário inglês, só poderia acabar em chutes de sons de palavras. Eu, você, o autor, todos igualmente fomos vítimas da falta de uma cartilha do beabá para o idioma inglês. Um lapso linguístico dos ingleses, Nada temos a ver com isso 

Voltando às palavras lá de cima, quem conhece e já decorou as regras de pronúncia do inglês tira de letra os sons delas, e ainda explica os porquês de tais vocábulos serem chamados de tais maneiras, eu sou um deles, um dos beneficiados com as regras, por isso eu vou explicar: SQUASH som da letra S ( moleza ), som do grupo QUA ( kuó ) assim como quality, squat e squadron ( moleza ), som do SH ( moleza )  Vamos à outra: INDICT vogal I no sistema AEIOU + 2 CONSOANTES ( N, T ) som i médio ( moleza ) agora o outro I que deveria ter o som i também, por essa palavra ser exceção, chamo-la de ai de pai e o C é silente, exceção da letra C.  O arquivo mental para as regras comporta as suas exceções, que passam a ser extensões das regras, por isso não as esqueço. Agora, como o meu espaço aqui é pequeno, darei apenas o stress ( sílaba tônica ) das outras palavras  ANABASIS ( e-né-be-ziz ), a terminação VOG 1 + CONS 1 indica proparoxítonos como pyramid, analysis e animal. 

TRACHEAE ( trei-ki-i ) no sistema AEIOU + CON 1 + VOG 2,3 a vogal A soa ei, como em facial, radium e herbaceous. CH com som de K conta 1 consoante. 

CONTIGUITY ( kan-ti-guíu-i-ti ) stress em U do grupo sufixal UITY, de continuity e exiguity. 

EXTEMPORANEITY ( iks-tem-por-e-ní-i-ti ) stress em E ( som i forte ) no grupo EITY  como em spontaneity e deity. 

SCHISTOSOMIASIS ( chis-te-se-mai-e-ziz ) stress em I do grupo proparoxítono IASIS de psoriasis e myiasis 

e SOBRIETY ( sou-brai-e-ti ) stress em I do grupo IET, de diet, anxiety e society 

Não é legal? Se você ler uma revista americana, você vai repetir as 1.000 regras milhares de vezes. Um exercício bom é ler em voz alta os textos em inglês, foi assim que eu aprendi rápido e com eficiência. 

Nelson Villares - doutor em letras pela UCLA  Mora nos EUA desde 2002 

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O presente guia de pronúncia tem como objetivo ser uma base teórica para consulta em caso de dúvida. Para aprender a pronúncia é interessante praticá-la ouvindo e repetindo. Veja mais em Como utilizar este curso. Deu-se preferência à pronúncia-padrão americana. Para um estudo mais aprofundado sobre a fonologia da língua inglesa, consulte o artigo na wikipedia.

Consoantes

A característica principal que difere as consoantes do português do Brasil e as do inglês é o uso de consoantes vozeadas em português e o uso de consoantes aspiradas em inglês.

As consoantes b, v e z não são tão vozeadas em inglês como são em português. E as consoantes p, f e s são aspiradas em inglês, enquanto no português não existe tal nuance de pronúncia.

Por exemplo, a palavra buy (comprar) em inglês geralmente tem a pronúncia muito semelhante à da palavra "pai" em português. E a palavra pie (torta) em inglês tem um som aspirado, como se houvesse um h depois do p ("p-hai")[1].

Entretanto, apesar de acentuar o sotaque brasileiro, pronunciar as consoantes b, c, f, k, p, q, s, v, z em inglês como se pronunciam em português não causa maiores problemas de entendimento. A letra c assume os sons "k", como em cat ("két" - gato) e "s", como em ceiling ("sílen" - teto). A letra s assume os sons "s", como em song ("sõ(g)" - canção) e "z", como em disease ("dãzíz" - doença). Mas geralmente as duas letras seguem a mesma lógica do português (cedo - carro / som - vaso). Raras exceções apresentam o som de j para a letra s, como pleasure ("pléjar" - prazer).

As letras d, g, l, m, n, t requerem certo cuidado:

O d é pronunciado a maior parte do tempo da mesma forma, independentemente da vogal que vem depois. Por exemplo, em São Paulo temos dois sons diferentes para o d na palavra "idade". O som em inglês do d na palavra deep ("díip" - profundo) corresponde ao primeiro d da palavra "idade", ou ao segundo d também, caso consideremos o sotaque do nordeste brasileiro.O mesmo ocorre com o t. A palavra teen (adolescente) deve ser pronunciada "tin" e não "tchin".O g às vezes assume o som "dj", e às vezes o som "g", independentemente da vogal que vem depois, como em age ("êidj" - idade) e get ("guét" - pegar, ficar, conseguir).O l nunca tem som de u, como em português. Deve-se sempre encostar a língua no céu da boca, como em old ("old", e não "oud" - velho).As letras m e n nunca são nasalizadas. Deve-se sempre fechar completamente os lábios para m, como em foam ("foum", e não "foõ" - espuma); e encostar a língua no céu da boca para n, como em under ("ándar", e não "ãder" - embaixo).

As demais consoantes têm sons fixos, a saber:

h - som aspirado, similar ao r na pronúncia padrão brasileira da palavra rato: hat ("hét" - chapéu). Nas seguintes exceções o h não é pronunciado: hour, honest, honor, heir ("áuur", "ônest", "ônor", "ér" - hora, honesto, honra/homenagem, herdeiro) e seus derivados.j - "dj" - just ("djãst" - apenas, simplesmente)r - sempre retroflexo, ou seja, enrolando a língua para trás, similar ao r da variante caipira brasileira, inclusive em começo de palavra, como em red ("réd" - vermelho), diferente de head ("héd" - cabeça).x - sempre "ks", como em taxi ("téksi" - táxi); a não ser que seja em começo de palavra, na qual terá som de z, como em xylophone ("záilafoun" - xilofone).

Os dígrafos consonantais do inglês são:

ch - geralmente "tch", como em chair ("tchér" - cadeira); poucas vezes "k", como em ache ("êik" - dor) e o som do x de xícara, como em machine ("maxên" - máquina).ck - "k", como em back ("bék" - atrás, de volta, nas costas)gh - às vezes som de g, como em ghost ("goust" - fantasma), às vezes som de f, como em enough ("ináf" - o bastante), mas geralmente não é pronunciado, como em night ("náit" - noite).kn - em começo de palavra, o k não é pronunciado, como em knife ("náif" - faca).ng - quando em final de palavra, tem o som parecido com o nosso nh, o n nasaliza a vogal anterior e a garganta se prepara para pronunciar o g, mas geralmente não o pronuncia, como em wrong ("rõ(g*)" - errado). Esse som também ocorre quando o n vem antes de k, como em chunk ("tchã(g*)k" - naco, pedaço).ph - "f", como em telephone ("télafoun" - telefone).pn / ps - em começo de palavra, o p não é pronunciado, como em psychology ("saikáladji" - psicologia).sh - som do x de xícara, como em show ("xou" - show, mostrar)th - admite dois sons que não existem em português. Para reproduzi-los, posicione a ponta da língua entre os dentes e fale s, como na palavra thanks ("s*énks" - obrigado/a) ou z, como na palavra that ("z*ét" - aquilo, isso, que).

Notas:

Algumas regras gramaticais fazem com que consoantes dobrem, mas elas mantêm um único som, como em stop ("stóp" - parar) e stopped ("stópt" - passado de stop).A terminação -ed pode ser pronunciada de três formas:

1. -t - depois dos sons "p, k, f, sh, s", como em worked ("uãrkt" - passado de work - trabalhar);

2. -ed - depois dos sons "t, d", como em wanted ("uánted" - passado de want - querer);

3. -d - depois de todos os outros sons, como em measured ("méjard" - passado de measure - medir).

Quando sílabas ou palavras terminam em certas consoantes, em português temos o hábito de acrescentar um "i" (sob pronuncia-se "sôbi", advogado pronuncia-se "adivogado", etc.), mas isso não ocorre no inglês, para-se na consoante. Da mesma forma, quando uma palavra inicia em s não se deve acrescentar som algum antes desta letra. Então stop pronuncia-se "stóp" e não "istópi".

Vogais

As vogais em inglês apresentam dois sons básicos possíveis, um longo (como um ditongo) e um curto (apenas um som), dependendo da palavra:

Sons longosExemplosSons curtosExemplosa"êi"fate ("fêit" - destino)"é"fat ("fét" - gordo)e"íi"compete ("kampíit" - competir)"é"pet ("pét" - mascote)i"ái"bite ("báit" - morder)"ê"[2]bit ("bêt" - pouco)o"ôu"note ("nôut" - nota)"a"[2]not ("nat" - não)u"iú"cute ("kíut" - gracinha)"ã"[2]cut ("kãt" - cortar)

Há muitas exceções, contudo. Seguem abaixo algumas delas:

Antes de r, o som longo da vogal a passa a ser "ée", como em care ("kéer" - cuidado), e o som curto passa a ser "a", como em car ("kar" - carro).Antes de r, as vogais eio e u assumem geralmente o mesmo som: "ã"[2], como em serve ("sãrv" - servir), bird ("bãrd" - pássaro), work ("uãrk" - trabalhar, funcionar) e fur ("fãr" - pele de animais, pelagem).Os e finais geralmente não são pronunciados, como em todos os exemplos acima.As vogais átonas geralmente têm todas o mesmo som, chamado de schwa. É o mesmo som do segundo a da palavra cama, como em under ("ãndar"), compete ("kampíit") e picture ("pêktchar" - foto, pintura).As vogais a e o podem ter som de "ó", como em fall ("fól" - cair, outono) e doll ("dól" - boneca).A vogal o pode ainda assumir som de "ú", como em do ("dú" - fazer).

E ainda há outras. Com tantas exceções, é interessante checar a pronúncia quando conhecer palavras novas. Veja mais informações sobre isso em Como utilizar este curso .

Semivogais e dígrafos vocálicos

As semivogais são geralmente representadas pelas letras w e y, que se comportam como consoantes, quase sempre unindo-se a vogais:

ya"iá", "ié", etc.yard ("iórd" - quintal, pátio)ay"êi"day ("dêi" - dia)ye"ié", "ií", etc.yes ("iéz" - sim)ey"íi"key ("kíi" - chave)yi"iê", "iái", etc.yikes ("iáiks" - caramba)/////////yo"iôu", "iú", etc.yolk ("iôulk" - gema de ovo)oy"ói"boy ("bói" - menino)yu"iã", "iiú", etc.yuan ("iiuán" - yuan, moeda chinesa)uy"ái"buy ("bái" - comprar)wa"uá", "uó", etc.wash ("uósh" - lavar)aw"óu"saw ("só" - passado de see - ver)we"uí", "ué", etc.wet ("uét" - molhado)ew"iú"new ("núu" - novo)wi"uê", "uái", etc.with ("uês*" - com)/////////wo"uôu", "uú", etc.wonderful ("uândârfol" - maravilhoso)ow"áu"wow ("uáu" - uau)wu"uuô"wuss ("uuôs" - frangote, covarde)/////////

Notas:

A letra y às vezes representa uma vogal curta, como em party ("párdi" - festa) ou uma vogal longa, como em cry ("krái" - chorar). E os sons de semivogal às vezes são parte de uma vogal longa, como em fate (a = ay).A letra w às vezes junta-se à consoante h, o que geralmente não modifica sua pronúncia, como em where ("uér" - onde). Em poucos casos pronuncia-se o h, em vez do w, como em who ("hú" - quem). Porém, em algumas regiões dos Estados Unidos, todas as palavras que iniciam com wh- devem ter a pronúncia "hú", como em where ("uér").A palavra sew ("sôu" - costurar) é uma exceção à regra da tabela acima.

Os dígrafos vocálicos podem representar o som de uma vogal curta (somente vogal) ou longa (vogal + semivogal), dependendo da palavra:

ae"êi"sundae ("sândei" - sorvete tipo sundae)ae"é"aeroplane ("éroplêin" - avião)ai"êi"pain ("pêin" - dor)ai"é"fair ("fér" - justo, feira)au"ó"daughter ("dódar" - filha)ea"êi"break ("brêik" - quebrar)ea"íi"sea ("síi" - mar)ea"ée"breath ("brées*" - respiração, hálito)ee"íi"see ("síi" - ver)ei"íi"receive ("ressíiv" - receber)ei"ái"height ("háit" - altura)ei"êi"weight ("uêit" - peso)eu"iú"deuce ("diús" - dois, dupla)ie"ái"die ("dái" - morrer, dado)ie"íi"believe ("bãlíiv" - acreditar)oa"ôu"soaking ("sôuken" - encharcado)oe"ôu"toe ("tôu" - dedo do pé)oi"ói"noise ("nóizz" - barulho)oo"ó"door ("dór" - porta)oo"úu"loose ("lúuz" - frouxo)oo"uô"book ("buôk"[3] - livro)ou"úu"you ("iúu" - você, vocês)ou"áu"couch ("káutch" - sofá)ou"ôu"soul ("sôul" - alma)ou"ó"thought ("s*ót" - pensamento)ue"iú"due ("dúu" - devido)

Entonação

A entonação em inglês americano é bastante linear. Os falantes do português brasileiro costumam manter a enorme complexidade e variação de tons de sua língua materna ao falar inglês, o que lhes dá um sotaque bastante característico: a impressão aos nativos de que estão "cantando". O hábito de enfatizar emoções e preferir transmitir significados através da entonação não é comum à língua inglesa. Por exemplo, a entonação de uma frase afirmativa e uma interrogativa em português são muito diferentes. Experimente dizer as seguintes frases em voz alta:

Ele está saindo com alguém.

Ele está saindo com alguém?

Ele gosta dela.

Ele gosta dela?

Em inglês a entonação praticamente não muda, pois a ordem das palavras ou um verbo auxiliar marca a diferença:

He is seeing someone.

Is he seeing someone?

He likes her.

Does he like her?

Emoções também podem mudar drasticamente a entonação em português. Leia a frase "Ele é casado." três vezes, demonstrando as seguintes sensações: 1. Descoberta de algo surpreendente; 2. Explicação a alguém sobre o porquê da atitude de outra pessoa; 3. Contradizendo uma negativa anterior.

1. (- Você viu a aliança no dedo dele?) - Ele é casado!

2. (- Não entendi por que ele recusou meu convite.) - Ele é casado.

3. (- Ele não é casado.) - Ele é casado.

Em inglês a entonação continuaria linear, preferir-se-ia utilizar palavras específicas para expressar as sensações:

1. - Gosh, he's married!

(Nossa, ele é casado!)

2. - It's because he's married.

(É porque ele é casado.)

3. - I'm telling youhe's married.

(Estou te dizendo, ele é casado.)

Em frases afirmativas, é comum em inglês pronunciar-se todas as palavras no mesmo tom, dando uma leve ênfase ao verbo (de ação) e à sílaba tônica da última palavra:

"He went to Miami by bus last week"

(Ele foi a Miami de ônibus semana passada.)

Quando há um verbo de ligação (cópula) é comum dar essa leve ênfase ao predicativo ou simplesmente à última palavra:

She is beautiful.

(Ela é linda.)

He is the best guy I've met in my whole life.

(Ele é o melhor cara que eu já conheci na minha vida inteira.)

Em frases negativas, geralmente enfatiza-se o verbo auxiliar (ou a cópula) e o advérbio de negação (not):

He didn't go to Miami by bus last week.

She isn't beautiful.

Em frases interrogativas, geralmente enfatiza-se o verbo auxiliar (ou a cópula) e a última palavra, que terá uma entonação levemente mais crescente:

Did he go to Miami by bus last week?

Is she beautiful?

Pronomes objeto e as preposições que os acompanham são geralmente átonos no fim das frases:

Do you want to watch it?

know how I'm going to deal with him.

Outra possibilidade existente é enfatizar a palavra mais importante da frase, mas diferentemente do português, enfatiza-se levemente apenas uma palavra na frase.

1.I didn't tell the police he stole the blue car.

2.I didn't tell the police he stole the blue car.

3.I didn't tell the police he stole the blue car.

4.I didn't tell the police he stole the blue car.

5.I didn't tell the police he stole the blue car.

6.I didn't tell the police he stole the blue car.

7.I didn't tell the police he stole the blue car.

Na frase 1. enfatizo que não fui eu quem contou à polícia que ele roubou o carro azul. Na frase 2. enfatizo que eu não disse, mas posso ter deixado escapar alguma pista. Na frase 3. enfatizo que não foi à polícia que eu contei. Na frase 4. enfatizo que eu não contei que foi ele. Na frase 5. enfatizo que eu não disse que ele roubou o carro, provavelmente amenizei os fatos. Na frase 6. enfatizo que eu não disse que foi o carro azul que ele roubou. E na frase 7. enfatizo que eu não disse que foi um carro o que ele roubou. Se eu não quiser enfatizar nada, a frase fica assim:

didn't tell the police he stole the blue car.

Velocidade

Quando a velocidade com que se fala é maior, pode ser que o som de algumas letras se juntem, desapareçam ou mudem. Os casos mais comuns são:

vogal + t + vogal OU vogal + d + vogal

Independentemente se na mesma palavra ou não, quando esses sons aparecem nesta ordem, o t ou o d assumem um som intermediário entre o d e o r brando do português.

better -> "bétar" -> "ber*ar" (melhor)

daughter -> "dótar" -> "dór*ar" (filha)

what a -> "uót a" -> "uór*a" (mas que)

body -> "bádi" -> "bár*i" (corpo)

I studied English -> "ái stãdid ínglesh" -> "ái stãr*ir*ínglesh" (estudei inglês)

O mesmo pode ocorrer se nesta sequência houver um r antes do t ou do d:

party -> "párti" -> "pár-r*i" (festa)

harder -> "hárdar" -> "hár-r*ar" (mais difícil)

t + semivogal i = tch / d + semivogal i = dj

I need you -> "ái níd iú" -> "ái nídju" (eu preciso de você)

I'll get you -> "ál guét iú" -> "ál guétchu" (eu vou te pegar)

palavra terminada em som de consoante + palavra iniciada em som de consoante

Quanto mais rápido se fala, menos se pronuncia a consoante final da palavra anterior, até mesmo desaparecendo:

I'm at home. -> "áim ét hôum" -> "amehôum" (estou em casa)

It takes a lot of time -> "êt têiks a lót óv táim" -> "etêiks alódotáim" (leva muito tempo)

I don't think they should do it. -> "ái dont s*ênk z*êi xuld dú êt" -> "ái dons*ênz*ei xuldúet" (eu acho que eles não deveriam fazer isso)

Take that. -> "têik z*ét" -> "têiz*ét" (pegue aquilo)

palavra terminada em som de consoante + palavra iniciada em som de vogal

Os sons tendem a se juntar como se fossem uma sílaba:

I'm an engineer. -> "áim én endjeníir" -> "amenendjeníir" (eu sou engenheiro)

What an annoying adolescent! -> "uót én anóien adléssant" -> "uodananóienadléssent" (que adolescente irritante!)

Pronúncia britânica e outras variantes

Este tópico fica a cargo do leitor.

Notas

 A pronúncia aqui colocada entre aspas é uma mera explicação baseada na pronúncia brasileira padrão, sem quaisquer referências a símbolos fonéticos ou sistemas do gênero.↑ 2,0 2,1 2,2 2,3 Estes sons são na verdade inexistentes no português. Tratam-se apenas de sons aproximados. O primeiro som é intermediário entre o "i" e o "ê"; o segundo, entre o "a" e o "ó" aberto; e o terceiro (que aparece duas vezes no texto), entre o "a" e o "ô" fechado. Há ainda um quarto som vocálico inexistente no português, intermediário entre "o" e "u", representado em poucas palavras pela letra u, como em put ("puôt" - pôr, colocar). Erro de citação: Código <ref>inválido; o nome "multipla" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "multipla" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "multipla" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes Mesmo som de put.

Tuesday, July 11, 2017

Peace treaty

Valid during many months: The recognition of your own limitations can now enable you to achieve a natural authority which helps you to be more adept when dealing with others. This is particularly likely if you are in a wider sense occupied in a therapeutical or pedagogical role. Both with yourself and others you are intuitively able to strike a balance between sternness and sympathy, and this can be a great help if you are involved in counseling or educating others.

This is a very good time to deal with the mental or physical scars resulting from wounds inflicted by your parents or other figures of authority. Of particular relevance are situations in which you felt totally misunderstood or experienced a painful rejection which made you unable to forgive the person concerned. Be especially alert if these people suddenly reappear in your life, because this influence can help you to make conciliatory approaches to others.

During this time you will come to see your everyday structures and routine in a new light. You sense a growing urge to overcome old and particularly oppressive restrictions which limit your freedom to act. These may either be self-imposed or result from your sense of obligation to others. It is not so important to remove all your burdens and difficulties - on the contrary, your new understanding can help you to deal with your personal and social responsibilities and obligations in a new and more positive way.

Sunday, July 9, 2017

It has been a year...


It has been a year that I quit my psychiatric meds. By the end of May, I miscarried. Then, depression has returned. As the school first semester pretty much ends by June, I got freaked with out with all the grading, reporting, PTA meetings, and tons of other paper work that I was used to pressure about, but always having done my way, in my time, and sorts... I am back on the med again. I feeling the worst. My suicidal thoughts wake up with me , hang out with me, shower with me, have got to be with me. I don't see a way to get rid of them. Being a teacher is hell of a responsability, however, by teaching 4 schools and dealing with all ranges of ages learning is just beyond humane. I have always thought of myself as being strong. Maybe I am. But in reality, I am not at all. I play the role of being powerful, invencible, one-of-a-kind, but I am nothing more that a fragile violet flower on a soft plastic pot which needs watering and sunlight. I am weird and flacky. I need my old sketchbook. I wanna go back to my old place. Glad I haven't sold my previous apartment. Now I have excuse to keep visiting my 'real home'. I need to restart drawing. I need to restart dancing. I even quit drumming as I am being unable to disconnect my brain to count the beats. I need a skirt. I need a new hair color. I need vacation and erase from my mind the 'killing me softly' kind of deal. I wanna get back to my singing classes (better classes with better teacher, though). I must get back on playing the keyboard. Just restarting posting here consistently might already help. Been listening to Grimes and again, Canadians have this superpower to put in words what hurts my reasonings. Writing saves me, for sure. 

Friday, July 7, 2017

July... Finally on the road!

At this time you focus your concerns upon your most intimate personal life and the people who affect it most, your family and parents. You will want to be in familiar surroundings now and feel that you have some kind of center or place where you can build a solid base for your activities. For most people this means a home. Although you should continue to live up to the demands of the outer world, because your personal life is interdependent with it, you should focus most of your attention inward. Not only inward to your personal life, but also inward in a psychological sense. If necessary, go off by yourself and spend time in contemplation or meditation. Events that occurred in the past may come back to you now through memories and through consequences of those events that continue to affect you now.

Wednesday, July 5, 2017

FIDGET SPINNERS: O BRINQUEDO DO MOMENTO

E de repente os "fidget spinners", também chamados de "hand spinners", tornam-se o brinquedo mais "trend" entre as crianças e adolescentes no ano de 2017. O que está por trás desse brinquedo de sucesso tão surpreendente? E afinal de contas, do que se trata?

O hand ou fidget pinner é um equipamento girador sem necessidade de pilhas (como um pião) que roda por impulsão manual. O termo fidget designa algo ou alguém inquieto ou compulsivo.

Os 'spinners' são um brinquedo girador para os irriquietos em que há um ponto central de controle de onde saem "protuberâncias" retas (tipo hélices) de metal ou plástico com rolamentos. Os spinners foram projetados para rodar ao redor de seus eixos com impulsos simples dados pelas prontas do dedos... E o brinquedo gira por conta própria por minutos.

Os "hand spinners" tornaram-se populares no mundo a partir desse ano, embora equipamentos similares já tinha sido inventados em 1993. Foram uma loucura nos pátios dos colégios da Austrália, mas acabaram saindo do mercado já que os inventadores não recebiam direitos autorais.

A engenheira de produção chamada Catherine Hettinger, com sua mente de inventora e patrocinada pelos líderes mundiais na produção de brinquedo - a  Habro - empresários certos para abraçar  um projeto inovador, transformaram esse pequeno brinquedo numa febre mundial. Catherine logo percebeu que a "onda" do momento seria criar um brinquedo que acalmasse essa geração de "fast thinkers" e anciosos por resultados.

Foi quando numa viagem a Israel visitando sua irmã, a inventora observava meninos atirando pedras e rolamentos em policiais; transeuntes notavam que as roudanas giravam constantemente e seus olhares fixavam naquilo até cessarem o movimento; o que lhe rendeu o brainstorming para um equipamento que distrairia crianças e jovens, oferecendo calma e atenção, gerando um brinquedo de foco e atenção. Algo que desde os piões, pipas e os Aquaplays não se via no mercado.

Ao voltar para Orlando em 1993, Catherine não acreditou que sua ideia poderia vingar. Desenvolveu um protótipo do spinner e até o patenteou, no entanto se dedicou a outros projetos que lhe pareciam mais rentáveis. Com o advento da crise mundial de 2008, a empresa Habro arrisca o lançamento deste brinquedo que se torna o "queridinho" das crianças, por trazer concentração e calma interior.

Começou com a proposta de promover paz, calma e algo simples de carregar (livre de eletricidade), Hettinger não possui mais os direitos autorais dos brinquedo desde 2005/6; e que hoje na casa dos 60, ela diz que o dinheiro que os spinners lhe rendereu, já são mais do que o suficiente. Hoje eles vem em diferente tamanhos, cores, features, mas nunca perdendo o propósito de relaxar o usuário.

Catherine declarou para a revista "Science Inventors" que "Talvez ele tenha sido visto como um brinquedo explorador  — tão viciante como os cigarros-- e que minha única motivação tenha sido fazer dinheiro; eu sei que minha motivação foi outra, totalmente baseada em atitude e em transgredir o que já dominava no mercado,”

Hettinger afirma, “Sinto mais nada do que emoção. Quando você percebe que os hand spinners não param nas prateleiras das lojas de brinquedos, daí vemos que o sucesso bateu em nossas portas." Brinca a inventora.

A Vida de Catherine Hettinger

Hettinger foi criada em Oklahoma, cursou a Politécnica de Rensselaer em Troy no estado de Nova York. Antes de se mudar para a Flórida, ela desenvolve o primeiro spinner. Sua  patente é aprovada 4 anos mais tarde. Tentou vender de porta em porta e para amigos, mas sem muito sucesso.

Quando foi visitada pelo vice-presidente da Habro, a terceira maior empresa de brinquedos do mundo, viram-na usando o brinquedo na reunião, notaram o quanto o fidget spinner a tranquilizava, antes e durante as negociações.  Segundo a assessoria da Habro, “Aquilo era a boa coisa sobre o produto:  caminhamos pela sede da empresa, girando o brinquedo, e  isso nos acalma totalmente." Desde o fim de 2016, o brinquedo é recorde de vendas no mundo todo.

Está para ser lançado o spinner original, o que foi desenhado por Catherine em 1993. Ela recém patenteou esse modelo "original", que se chamará Kickstarter — ou o Classic Spinner — e em breve poderá ser comprado online. De acordo com a inventora, "A cultura que nós vivemos nos dias de hoje, todo mundo precisa de distração. As pessoas estão percebendo isso e se apoiando nesse brinquedo para "aliviar" as tensões."

Regras sobre como usá-los adequadamente:

- Se eles piscam ou fazem barulho:  cinemas, salas-de-aula, teatros, museus, missas ou velórios não são lugares para levar;

- Em faculdades e/ou reuniões de trabalho também não passam boa imagem;

- Parques, festas, encontros de colecionadores, e na hora do recreio podem ser boas pedidas;

- Etiquetar, marcar com canetas permanentes ou esmalte, é importante identificar o proprietário  daquele brinquedo (perder ou quebrar fazem parte da "brinquedadeira";

- Eles podem escapar da mão do jogador e acidentes podem acontecer. Avisar um adulto responsável imediatamente, em caso de acidente, é o correto. (Deveria ser proibido o uso deles em carros em movimento!)

Seguindo as regras do bom uso, os spinners são pura diversão.

Texto por Laila Chris Batista

 

Saturday, July 1, 2017

How to improve the teachers' status in Brazil

Yes, it is winter in the southern hemisphere. Yes, in São Paulo state we do not have school during the month of July.  I have been teaching at 4 different schools to make ends meet. Go figure? I am super duper overwhelmed. Funnier than this should sound, I am not tired due to the heavy work load. I am tired due to the lack of respect we teachers get from the students, and even worse, from the parents'. Teachers in Brazil are literally bullied by the parents. They think they own the school. They think teachers are their slaves. I am no slave. Sorry to disappoint my students' parents. I am aware that I do depend on my job to pay my bills. Nevertheless, no one is entitled to undermine my classes, my evaluations, and more,  my teaching abilities. I've been teaching since I was 14; I am 41 now. I guess I know what I am doing.

In the debate about how to improve educational standards, the role of teachers is paramount. In fact, in recent years it's become a truism that attracting good quality and well-qualified people into teaching is accepted as the essential prerequisite to raising educational standards. In Finland and Singapore, teachers are recruited from the most-qualified graduates, all with a second degree. In Brazil, teachers are those who lack other job opportunities and sometimes they don't seem to be keen on what they teach. It is true that our country does select teachers through good testing, whereas the selected ones are rather working in major companies. The problem lies on the fact the ones who are more qualified, end up teaching in college or universities.

One obvious way, developing countries have attracted the best and brightest into teaching primary and high schools due to paying them well. There is a demonstrable link between the level of teachers' salaries in a country and their educational track record. But the influence of teacher status – the social and cultural forces that determine how much we respect teachers – are harder to measure. Even though, I truly believe that the lack of respect is linked to the low salaries primary teachers get.

Teachers have the highest status in China and Greece and the lowest in Israel and Brazil. Most European countries including the UK and the US ranked halfway down the index. It is vital that we try to get the cleverest graduates in teaching positions. However, the best employers will not want to join a profession that is publicly denigrated or seen as a second-best option for graduates. Governments that are serious about attracting the best people into teaching must look seriously at the status of teachers, good acknowledgement, alongside other factors such as higher salaries.

At least half of all people polled supported performance related to the pay for teachers. In two thirds of the countries surveyed, teachers were most likely to be compared to social workers. Interestingly, in the US teachers were most often compared to librarians – perhaps because libraries are located next to schools in many middle American towns. These comparisons show that there is a lot of progress to be made before teachers are thought of in the same bracket as lawyers and doctors.

But the starkest differences were between Eastern countries and the West. Apart from the sole exception of Greece, teachers in China, South Korea, Egypt, Turkey and Singapore had a higher status than every country surveyed in Europe and the US. In European countries, between 10 and 25% of people tended to think that pupils respected teachers – compared to 75% in China. Fewer than 20% of Germans would encourage their child to become a teacher compared to nearly 50% of Chinese people. Out of all the countries surveyed, only Chinese people tended to compare teachers with doctors. Here, cultural issues seem to be at work. Teaching is treated with reverence in Asian societies – especially in China.

The findings also have an important message for governments in these times of austerity. There is no clear link to be found between teacher status and pupil outcomes. A large part of the reason for this is that occupational status is indistinguishable from remuneration in some countries, whereas it is entirely distinct from pay in other countries. The upshot of these findings is that governments cannot expect that improving the status of teachers will lead to better pupil outcomes in the absence of well-remunerated teachers.

Presenting teaching as a vocation whose rewards are to be had from social respect alone is doomed to fail. There is no free lunch for governments that want teachers to do more for less. However – this is not necessarily a straightforward demand to increase the pay of all existing teachers. What we want is for many of our most able graduates to enter the profession who will be able to get the best from pupils. We will only be able to attract them if teaching is seen as both a highly paid and high-status profession.

My own view is that in Brazil, we won't improve the status of teachers unless teaching is recognized as a dignifying profession. Lawyers and doctors have their own professional bodies such as the Law Society (OAB) and the General Medical Council. These organizations represent their professions but also regulate the conduct of their members. These bodies are therefore respected by the public in a way that unions are not, because they are seen as being on the side of the public. I would say NO to any UNION and we must create an organization that rises the role of teachers in our country.