Tuesday, September 20, 2022

M.I.A. is never over

Blogging has been so overrated these days which shouldn`t. I used to write here daily back in the 2000`s. It is due to social media that we keep forgetting that blogging still exists. I love writing and Facebook or Instagram are not places for huge posts. I need to get the discipline back that I used to have. I would sit in front of PCs and my fingers would slide on the keyboard mostly in the mornings (just like now). I am not even used to tapping keyboards anymore. It is a weird feeling. It was my dad`s birthday the other day. And so I came up with the idea of writing him deep messages, instead of sending him a stupid meme, or a simple online card. Everytime I read the message I left him, I cry nonstoppingly. Then, all of a sudden, it came this urge to get back on writing as way of working out my brain. I grew up expressing myself better through written words rather than spoken ones. To make it worst, I don`t find comfortable words in my first language. If you have already taken some time to scroll down this blog, you know I am Brazilian and my native language is Portuguese. I don`t despise Portuguese, au contrair. I am quite proud of my mother tongue. I am simply not used to reading, nor writing in it. English flows smoothly. I am an English teacher and I`ve been teaching this language for so long... since I was 18 years old. I am 47 in case you would like to know. I want to get back to posting here. I cannot say that I will do it daily as I am a super busy professional. However, I do wish I could go back to this hobbie because it frees my mind and it does work better than therapy (which is kind of expensive for teachers` paycheck). Besides, there is a sort of secret envolved in the throwback-Tuesday-getting-back-on-blogging thing= I do want to start a memoir. I have tons of poems and I have alwaaaaays wanted to publish a poetry book, which is something that can happen as I do have gizzillions of written poems. My sin is that I am writing horder and I don`t have my poems decently stored in a specific folder, flashdrive, app, or in the clouds. They are still in random pieces of paper spread all over my life. The idea of a memoir sounds more organized and realistic. This possible memoir is not a promise as I do not believe in my own promises. Whereas, it is going to work more as commitment to my brain. I will start a memoir somehow. And this blog is gonna guide me towards this goal. I am so glad I made it here today. And I hope I do keep coming back to this spot, at least, every now and then. Nice to be back, xoxo

Sunday, September 4, 2022

LOVELY TRYING TO BE BACK

However, the blogger app sucks a great deal and I am not getting this new system at all.

Wednesday, March 24, 2021

March March March...


It has been days that I decided to post majestic cities of our planet on my personal Facebook profile for a simple reason:

My intention is to turn my timeline inspiring and to avoid political conflicts as Brazil is going through some serious economical, political, and moral crisis. 

The country is cracked open. It is parted: the ones that carry our official flag against the ones that carry red institutional flags of Labor Unions and the Labor Party. 

On every social media, be it Facebook, Youtube, Instagram, Snapchat, you name it, there has been unfriending, blocking, swearing, ideological attacks, and much disrespect and xenophobia from both sides. I wish this ended soon.

There are too many unemployeds in Brazil, besides major and small companies are shutting down. My language school was one of them. We closed down and moved away to another state in order to work with our family and search for dignity. 

Here, on Facebook, there is a war going on. There are loads of messages of hatred. I wish Mark Zuckerberg installed a button featuring peace between rightists and leftists. We can clearly see both sides are looking for the best for the country. However, both will never agree with the tools that are being used to reach this goal. 

I hope for better days and better souls. It is being cruel to be in Brazil because fighting for justice should not have two sides. We are on the same sinking boat grabbing the same floaters.

Tuesday, December 8, 2020

Uma breve autobiografia

Minha múltipla cidadania Nos meses de Abril e Março acontece o aniversário de muita gente que amo, daquela que me pariu e me amamentou até daqueles que me receberam como membra de suas famílias. O desmame foi meio que abrupto e inevitável. Saí de Venceslau aos 16. Fui exilada para a capital Paulista. Não me acostumei com os Paulistanos, literalmente. Voltei para o interior, paranaense. Morei quatro anos em terra de pés-vermelhos, de Japas, Polacos e Italianos. Experiência que posso descrever em poucas palavras: necessária. Depois de cinco anos distante, resolvi fugir do país. Aos 21 anos me vi com um diploma de jornalismo e um coração aberto para o American Dream. Saint Petersburg, Florida, conhecida como refúgio dos artistas Beats, a sede do maior acervo das obras do Salvador Dali, e dava para visitar constantemente e para mim, nada mais importava. Me formei em Artes Liberais, me tornei Americana na alma, mas as saudades do Brasil pintaram, fui aquela filha que reencontrou a mãe no aeroporto, abraçou, chorou, mas precisou se despedir e embarcar novamente. Rio Grande do Sul lá fui eu. Parar no extremo sul, no alto das montanhas da serra gaúcha, parecia frio demais para ser verdade. E foi. Lá vi neve e nevar. Caxias do Sul tem coisas semelhantes ao Paraná como o "clima instável e úmido, a desconfiança e frieza nas relações sociais, e a cosmopolização, também gerada pela imigração européia voltada ao trabalho e a promessas não cumpridas." Foram quase 16 anos de gauchismo e ironicamente aprendi a não tomar mais álcool (vinho), tornei-me vegana e me interessei por tocar bateria e atuação (até então só escrevia). O tempo passou, fui alfabetizada no gauchês, adquiri meu próprio apartamento, apresentei-me em palco para um público de 700 pessoas, larguei os cabelos normais, assumi tatuagens e comecei a lecionar alemão e português para gringos verdadeiros, comecei minha terceira graduação (psicologia), não terminei a faculdade, meu amor pela dança floreceu, sofri por decepções patrão/empregado risíveis, apanhei da vida, saí do Rio Grande sem o terceiro canudo e com uma dívida astronômica para ter encerrado minha empresa. Adotamos 4 gatos no sul e mais 2 aqui em Presidente Venceslau. Formei mais de 2000 alunos na língua inglesa e outros tantos em Espanhol, em Caxias do Sul, escrevi alguns poemas, crônicas e peça de teatro, revisei as letras de alguns álbuns, fiz e desfiz amigos, fiz inimigos, saí da zona de conforto por perder funcionarios, mas ganhei paz de espírito por não precisar mais de lidar com sindicatos, advogados trabalhistas e "zero" seleção de funcionários. Aprendi muito, viajei um monte, li pra caralho, encontrei a profissão da minha vida e por fim, até que enfim, cheguei à conclusão que o lugar que me criou de fato, foi a minha mente, após anos de terapia: é a nossa cabeça que nos cria. Vinte e Sete anos de vida mambembe, oscilando entre culturas, aprendi-me. Hoje não sinto nada além do sentimento de missão cumprida. Fui pop, punk, rebelde, mas nada fora de controle. Agora me aproximo geograficamente da minha terra de nascença, essa Venceslau tosquinha. Mas tenho passaporte e vistos bons: as visitas ao exterior serão assíduas. Talvez tenha a oportunidade de conhecer a Ásia e o Oriente Médio, os continentes que me faltam. Nesses meus 42 anos de vida, e 27 longe de casa, foram precisos para conhecer quem sou, e moldar quem EU quero me evoluir. Tenho sonhado com isso. Não por acaso que me identifico tanto com artes, IDIOMAS, astronomia, e neurociências. Não é coincidência que meu livro se chamará ''MindSet'. Essa casa também é minha. Não estou sendo ingrata com a madrasta Caxias, afinal ela me criou e me ensinou muito, claro que não foi uma pedagogia baseada em Psicopedagogos, eu aprendi à base da porrada. Foram 4 anos e meio de análise para aceitar que o Brasil é onde nasci. Acontece que eu nunca me senti em casa, desde pequena (ou criança) em lugar nenhum. Ainda sou exilada, "gringa", uma foragida, uma forasteira da minha alma. Ainda sou estrangeira. Ainda sou um clone de mim mesma. E ainda sonho em encontrar o passaporte que me informe sobre de onde vim; a minha verdadeira cidadania. Acho que chego lá... De uma "Venceslauense", Laila C. Batista

Black Power

I have already felt trapped, and  even powerless due to being with someone who wouldn't give me validation, hope. I lacked h...